Assistente de correção de avaliações

O professor define.
A IA corrige.
O controle continua com o professor.

O corpo docente define diretrizes, metodologia e critérios. O Kaneta aplica essas regras em escala, e o professor acompanha, valida e ajusta os resultados. Automação sem abrir mão do controle pedagógico.

Integrado ao Moodle Dissertativas, código e imagens Espelhos manuscritos e gabarito Multi-LLM

Demonstração com a equipe pedagógica da sua instituição.

A pergunta não é se a IA sabe corrigir. É quem define as regras antes e quem as recalibra depois — o professor está nas duas pontas.

O problema real

Corrigir à mão não escala. Terceirizar para a IA sem regras é pior.

Instituições enfrentam duas pressões ao mesmo tempo: a carga de correção que limita o que o professor consegue avaliar, e a chegada da IA no trabalho dos alunos — sem que a instituição tenha definido como responder a isso.

Sobrecarga de correção por professor

Muitos alunos por docente tornam a correção dissertativa manual inviável na prática.

Consequência: atividades dissertativas são evitadas

Feedback que chega tarde demais

O aluno recebe a devolutiva quando já não há tempo de usá-la para aprender.

Consequência: avaliação deixa de ser formativa

Critério que varia entre corretores

Sem rubrica aplicada de forma consistente, notas equivalentes recebem tratamentos diferentes.

Consequência: recursos e retrabalho pedagógico

Texto do aluno gerado por IA

A produção textual passou a competir com ferramentas que o aluno tem no bolso.

Consequência: a autoria fica sem verificação

Prova em papel corrigida e digitada à mão

Vestibular, simulado e prova presencial exigem correção manual e transcrição de notas para o sistema.

Consequência: prazo longo e erro de digitação

Regra que não volta para o sistema

O professor corrige a IA numa avaliação, mas o aprendizado não vira critério para a próxima.

Consequência: o mesmo desvio se repete

Dores levantadas junto a instituições assessoradas pela Badiu na adoção de IA no processo pedagógico.

A resposta da Badiu

Governança das regras, antes e depois da automação

Kaneta não corrige "do jeito da IA". Corrige do jeito da sua instituição. Antes, o corpo docente estrutura o projeto pedagógico em camadas hierárquicas que funcionam como base de conhecimento do modelo — o mais específico sobrescreve o mais geral. Depois, homologa a correção e reajusta essas mesmas camadas.

Camada 1
Diretrizes da instituição Princípios avaliativos válidos para todo o ambiente
Camada 2
Projeto pedagógico do curso Regras que valem para todas as atividades do curso
Camada 3
Orientações da disciplina Critérios do componente curricular
Camada 4
Rubrica da atividade avaliativa Critérios, pesos e pontuação daquela avaliação específica

Escolha do modelo

Multi-LLM: a instituição escolhe o modelo por capacidade de inferência, janela de contexto, custo ou velocidade — inclusive um modelo diferente para a segunda checagem.

Calibragem contínua pelo docente

A correção da IA é comparada com a do professor em uma amostra real. Divergiu? O próprio corpo docente reajusta as regras, o dossiê e o prompt até convergir.

Automação conquistada, não presumida

No início, todo feedback passa por homologação docente. A publicação automática só avança na medida em que a convergência se confirma — nunca por padrão.

Kaneta é implementado sobre o Badiu A2i — a plataforma de gestão de IA multi-LLM, agentes e prompts da Badiu. É o motor que torna a governança possível, e não apenas uma promessa.

Como funciona

Um ciclo que começa e termina no professor

O fluxo roda dentro do Moodle. O docente entra antes, definindo as regras, e depois, homologando o resultado e recalibrando os critérios.

Professor define as regras

Diretrizes, metodologia, contexto pedagógico, rubrica, gabarito oficial e exemplos de produção nota alta e nota baixa.

Aluno envia a atividade

Arquivo digital ou espelho digitalizado de prova manuscrita — redação, gabarito ou os dois.

Dossiê é montado

A submissão segue para a IA junto com as regras, critérios e rubrica definidos pelo docente.

IA corrige e checa

Nota e feedback por critério, mais dupla checagem e checagem de plágio quando habilitadas.

Docente homologa e calibra

Analisa o resultado, homologa ou ajusta — e o que aprendeu volta como regra, até a correção convergir e a publicação ser automatizada.

A quinta etapa realimenta a primeira: cada homologação é insumo de calibragem. A automação avança conforme a convergência medida — nunca por padrão.

O dossiê que o professor recebe

  • Nota, rendimento e status de lançamento
  • Feedback estruturado com justificativa por critério
  • Relatório de plágio web com as fontes identificadas
  • Relatório de indícios de geração por IA, com o raciocínio
  • Rastro de processamento: arquivo, horários e duração

Com o dossiê completo, o professor libera o resultado, aprofunda a checagem ou solicita nova produção ao estudante.

Dossiê de correção do Kaneta: identificação do aluno, nota 7,00 com rendimento de 70%, status em revisão, controle de plágio web reprovado a 60% contra limite de 35%, plágio IA aprovado, dados de processamento, comentário sobre a nota e relatórios detalhados de checagem.
Dossiê real de correção — nota retida em revisão porque o plágio web ultrapassou o limite tolerado.
Novo — prova em papel

A prova que ainda é feita no papel também entra no fluxo

Kaneta lê espelhos digitalizados de provas manuscritas: a redação escrita à mão e a folha de gabarito que o aluno preencheu a caneta — marcando com bola ou X. E lê os dois no mesmo documento, atribuindo nota única.

Espelho de redação manuscrita: texto dissertativo escrito à mão em letra cursiva sobre preservação do meio ambiente, em folha pautada.
Espelho de redação. Texto dissertativo manuscrito, corrigido por rubrica.
Espelho de gabarito: folha de respostas com três áreas de questões de múltipla escolha, com as alternativas marcadas à mão a caneta.
Espelho de gabarito. Marcação a mão — bola ou X — em múltipla escolha.
Espelho de vestibular combinando, no mesmo documento, a redação manuscrita à esquerda e a folha de gabarito de múltipla escolha marcada à mão à direita.
Espelho de vestibular. Redação e gabarito no mesmo documento, nota consolidada.

Mesmo processo, mesma governança

O espelho manuscrito não é um fluxo à parte: percorre o mesmo ciclo de definição, correção, homologação e calibragem das avaliações digitais.

  • O docente anexa o gabarito oficial, os critérios de correção da redação e exemplos de produção nota alta e nota baixa
  • A IA corrige — lê a letra manuscrita, identifica a alternativa marcada e aplica a rubrica
  • O professor analisa e calibra o resultado, repetindo o ciclo até o ponto de automatizar

Vestibular, simulado, prova presencial e avaliação diagnóstica passam a ter o mesmo tratamento das atividades entregues pelo Moodle.

Resultado da correção do espelho de gabarito pelo sistema: tabela do Bloco 1 — Área I com as colunas questão, opção marcada, gabarito e pontuação, mostrando 30 pontos nos acertos e 0 nos erros.
Saída real do sistema: questão a questão, o que o aluno marcou, o gabarito oficial e a pontuação atribuída.
Feedback por rubrica no Moodle: tabela com critérios de organização do texto, norma culta, compreensão teórica, transmissão e prevenção da dengue, cada um com nota e justificativa, totalizando 84 de 100 pontos, seguido de pontos fortes e recomendações de melhoria.
Feedback por rubrica lançado no Moodle, critério a critério.
Avaliação por rubrica

Nota que se explica

A avaliação deixa de ser uma nota global e passa a ser decomposta nos critérios definidos pelo professor — com pontuação parcial e justificativa objetiva em cada item.

  • Critérios e pesos definidos pelo docente
  • Pontos fortes, aspectos a aprimorar e recomendações
  • Comparação entre tentativas, critério a critério
  • Nova tentativa liberada automaticamente quando a nota fica abaixo do esperado

O aluno usa a devolutiva para reescrever — e a avaliação volta a ser formativa, mesmo em escala.

Integridade acadêmica

Quatro camadas de checagem de plágio

Pela plataforma Kábula, integrada ao Kaneta. O professor habilita as camadas que quiser e define a tolerância de cada uma conforme o contexto pedagógico.

01

Plágio na web

Varre o texto em fragmentos e aponta o percentual de cópia literal, indicando o site ou documento de origem de cada trecho.

Disponível
02

Conteúdo gerado por IA

Analisa indicadores como linearidade excessiva, densidade de frases genéricas, vocabulário uniforme e ausência de imperfeições humanas — inclusive o padrão "colcha de retalhos".

Disponível
03

Plágio do material didático

Aponta qual ponto do material do próprio curso foi reproduzido pelo aluno.

Disponível
04

Plágio entre colegas

Identifica de qual colega o trecho foi copiado, comparando as submissões da turma.

Disponível
05

Verificação oral de autoria

Chamada ao vivo conduzida pela IA para discutir o trabalho e verificar a autoria do estudante.

Em desenvolvimento

Tolerância definida por você

Cada camada tem limite configurável. Um professor de graduação pode até mapear padrões de erro recorrentes da turma e tratar a ausência deles como indício — atribuindo peso próprio a esse critério na pontuação de risco.

O limite estourou? A nota não sai

Ultrapassado o percentual tolerado, o resultado vai para revisão ou reprovação automática, conforme a regra. Nota e feedback não são liberados ao aluno antes da decisão do docente.

Resultados em operação

Escala com supervisão docente, medida em produção

Números da operação real do assistente de correção da Badiu.

600 mil+
avaliações corrigidas
Com validação pedagógica das equipes
< 1%
taxa de erro típica
Na maioria dos cenários observados
4
camadas de checagem de plágio
Web, IA, material didático e colegas
7
tipos de resposta corrigidos
Texto, código, fórmulas, imagens, tabelas, redação manuscrita e gabarito
~4%
das avaliações iam para revisão manual da tutoria
< 1%
após configurar a dupla checagem

Caso de instituição cliente: a cada 50 mil provas corrigidas, cerca de 1.800 seguiam para revisão manual — concentradas em sobrecarga de contexto por imagens anexadas e em notas zero atribuídas indevidamente. Configurada a segunda checagem com outro modelo de linguagem para esses padrões, a revisão manual caiu para menos de 1%.

Quando a IA revisa a própria IA

A dupla checagem não substitui a correção principal: é uma segunda análise automatizada, acionada apenas nos casos que a equipe pedagógica mapeou.

  • Por padrão de erro: falhas conhecidas de processamento disparam nova execução
  • Por rendimento: notas muito baixas ou zero voltam para revalidação
  • Com outro modelo: a segunda passada pode usar um LLM de maior inferência ou janela de contexto
Estudante escrevendo à mão enquanto dois assistentes de IA acompanham o trabalho em um notebook Badiu A2i, representando a IA como copiloto do processo pedagógico.
A IA como copiloto: propõe e revisa; a decisão permanece humana.
Inteligência institucional

O que a coordenação passa a ver

Correção com IA gera dado. O painel transforma esse dado em acompanhamento pedagógico — não apenas em produtividade.

Fluxo em tempo real

Todo o processo de correção monitorado, com transparência sobre o que está em cada etapa.

Indicadores de desvio

Mapeamento de padrões fora da curva, para agir antes do fechamento da oferta.

Notificação de falha

Aviso imediato quando algo falha, permitindo ação rápida da equipe.

Relatório consolidado

Dados detalhados por aluno, turma e atividade para acompanhamento pedagógico.

Para quem é

Instituições que avaliam por escrito, em escala

No papel ou no digital — com o corpo docente no comando das regras.

Direção e coordenação acadêmica

Precisa escalar a avaliação dissertativa mantendo padronização, governança e rastreabilidade das decisões pedagógicas.

Professores e tutores

Ensino presencial, híbrido ou online, com muitos alunos por docente — onde a correção manual deixou de ser viável. O docente deixa de transcrever nota e passa a definir critério e homologar resultado.

TI e gestão de plataforma

Já opera o Moodle como LMS e precisa integrar sem reconstruir o ambiente — via plugin ou API para outros sistemas.

Corrige mais que redação

Textos dissertativos, códigos de programação, fórmulas matemáticas, imagens e tabelas — e ainda espelhos de prova manuscrita: redação escrita à mão e folha de gabarito marcada a caneta. Em avaliações, trabalhos acadêmicos, vestibulares e até TCCs, desde que o corpo docente faça as parametrizações adequadas.

Dúvidas frequentes

O que as instituições perguntam

E se a IA errar a nota? O aluno pode recorrer.

É exatamente por isso que a publicação é configurável. O resultado pode ficar retido em status de revisão, exigindo homologação do professor antes de chegar ao aluno.

Além disso, a dupla checagem reexecuta automaticamente os casos de risco mapeados — como nota zero ou padrões de erro conhecidos. Em uma instituição cliente, isso reduziu a revisão manual de cerca de 4% para menos de 1% das avaliações.

Perdemos o controle pedagógico da avaliação?

Não. As regras são da instituição, organizadas em quatro camadas — diretrizes institucionais, projeto pedagógico, disciplina e rubrica da atividade — e o mais específico sobrescreve o mais geral.

A IA opera dentro desse dossiê pedagógico. O professor define critérios, pesos, tolerâncias de plágio, quando a nota é publicada e qual modelo de linguagem é usado — e continua no processo depois, homologando os resultados e reajustando essas regras sempre que a correção divergir do esperado.

Como sabemos que a correção da IA condiz com a do professor?

Por calibragem com amostra real antes de entrar em produção: a correção e o feedback da IA são comparados com a avaliação feita pelos professores em uma amostra da turma. Havendo divergência, ajusta-se o dossiê pedagógico e os parâmetros de prompt até alcançar convergência satisfatória.

Depois disso, os feedbacks passam por homologação docente; a automação da publicação avança à medida que a convergência se confirma. A calibragem não é uma etapa de implantação que termina — é o mecanismo permanente pelo qual o corpo docente mantém a correção alinhada ao projeto pedagógico.

Nossos alunos usam IA para escrever. Como isso é tratado?

Com quatro camadas de checagem, pela plataforma Kábula: plágio na web (com as fontes), indícios de geração por IA (com o raciocínio da análise), plágio do material didático e plágio entre colegas. Uma quinta camada — verificação oral de autoria por videochamada — está em desenvolvimento.

Cada camada é habilitável e tem limite de tolerância configurável. Estourado o limite, a nota não é liberada automaticamente.

Integra com o nosso Moodle? E com outros sistemas?

Sim. A integração com o Moodle é feita pelo plugin badiunet, atuando no plugin de tarefa: basta habilitar o serviço e definir quais tarefas estarão aptas à correção automática. A nota e o feedback são registrados diretamente no quadro de notas.

Para outros SGA ou LMS, a solução está disponível por API.

Quais formatos de arquivo os alunos podem enviar?

DOCX, DOC, PDF, PPTX, ODT, RTF, PNG, JPG e TXT.

Além do texto dissertativo, o Kaneta corrige código de linguagens de programação, fórmulas, tabelas e imagens — e também espelhos digitalizados de prova manuscrita: redação escrita à mão, folha de gabarito marcada a caneta, ou os dois no mesmo documento, como no espelho de vestibular.

Como funciona a correção de prova manuscrita (espelho)?

O processo é o mesmo das avaliações digitais. O professor ou o corpo docente anexa o gabarito oficial, os critérios de correção da redação e exemplos de produção nota alta e nota baixa. Definidos os critérios, a IA corrige: lê o texto manuscrito, identifica a alternativa que o aluno marcou — bola ou X — e aplica a rubrica.

O professor então analisa o resultado e calibra as regras, repetindo o ciclo até o ponto de automatizar. Redação e gabarito podem estar no mesmo documento, como em um espelho de vestibular: o Kaneta corrige os dois e atribui a nota consolidada.

Ficamos presos a um único fornecedor de IA?

Não. Kaneta roda sobre o Badiu A2i, que é multi-LLM. A instituição escolhe o modelo conforme a necessidade — poder de inferência, janela de contexto, custo ou velocidade — e pode usar um modelo diferente na segunda checagem.

Como é a implantação?

Em duas etapas de assessoria. Primeiro, apoio à equipe pedagógica na elaboração dos prompts que refletem o projeto pedagógico institucional. Depois, configuração do assistente, calibração das regras no nível da atividade e monitoramento do fluxo de execução até a liberação automática.

A Badiu é um dos maiores laboratórios de pesquisa em uso e governança de IA aplicada ao processo pedagógico, e conduz essa implementação junto com a instituição.

Demonstração

Sua instituição quer escalar a correção mantendo o professor no comando das regras?

Estamos abrindo novas demonstrações para instituições de ensino. Apresentamos o ciclo completo com a sua equipe pedagógica — da definição dos critérios à homologação e calibragem, inclusive a correção de espelhos manuscritos de redação e gabarito.

  • Demonstração conduzida com a sua realidade pedagógica
  • Assessoria metodológica na definição das diretrizes e critérios
  • Calibragem com amostra real até a convergência com o corpo docente

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